A pressão era uma bola de ferro no estômago de Carolina. As demandas de Melissa, a vigilância de Christopher, a desconfiança de Lucas e o ambiente opressivo em casa formavam um nó de ansiedade que parecia prestes a estrangulá-la. Ela precisava de uma válvula de escape. Precisava, mesmo que por algumas horas, parar de pensar.
No final do expediente, ela se virou para Marcela, que organizava sua bolsa com energia habitual.
— Marcela… você topa fazer alguma coisa hoje? — a pergunta saiu mais como