O som pulsante da boate era como um coração gigante batendo, e Carolina estava finalmente se sentindo parte daquele organismo. Foi quando uma figura familiar surgiu na beira da pista, um sorriso descontraído no rosto.
— Marcela Costa! — Diego quase gritou para ser ouvido. — Fico feliz que veio à boate do meu irmão. Achei que você tinha dito que não aguentava mais nem uma hora comigo depois do expediente!
Marcela revirou os olhos, mas um sorriso irônico escapou. — E não aguento! Você é um chato