O silêncio na mansão era quase ensurdecedor. O papel ainda tremia em minhas mãos enquanto eu tentava absorver aquelas palavras.
"Isso ainda não acabou. E da próxima vez, eu não vou errar o alvo."
A ameaça pairava no ar como um veneno invisível. Olhei para Leonardo, esperando que ele dissesse algo, qualquer coisa que pudesse dissipar o peso daquela mensagem. Mas ele apenas se virou, sua expressão uma máscara fria de determinação.
— Lorenzo, reforcem a segurança. Quero cada entrada e saída vigiad