O silêncio que se seguiu ao último disparo parecia ensurdecedor. Salvatore estava morto, o sangue se espalhando lentamente pelo mármore frio da mansão. Eu sentia o corpo de Leonardo tremendo ligeiramente contra o meu, enquanto ele mantinha o olhar fixo no homem que, por tanto tempo, fora seu maior inimigo.
Eu me afastei dele, tentando recuperar o fôlego. A adrenalina ainda corria pelas minhas veias, mas, aos poucos, a realidade se infiltrava em minha mente. Eu havia matado um homem. Eu havia sa