O som dos tiros ainda ecoava nos meus ouvidos. O galpão estava um caos absoluto—estilhaços voavam, gritos preenchiam o espaço, e a fumaça dos disparos criava uma névoa densa ao redor. Eu sentia meu coração batendo tão forte que parecia que ia explodir.
Leonardo me puxava com firmeza para trás de uma das caixas metálicas que serviam de cobertura. Seu olhar estava afiado, focado, determinado.
— Fique abaixada! — ele ordenou, recarregando a arma rapidamente.
— E você? — retruquei, a adrenalina pul