Sai da casa de Emma pisando duro, não me despedi de ninguém e ainda esbarrei em um casal que se pegava na entrada onde os carros estavam estacionados. Perfeito!
Eu estava puto da vida comigo mesmo, não tinha como fingir que era com outra pessoa.
Não podia nem culpar aquela diaba, mesmo que fosse ela a maior responsável por eu ter me deixado enganar, com aqueles olhos doces e inocentes, aquela voz suave e o sorriso que me desarmou.
A culpa no fim de tudo era minha por ser tão burro em me deix