Mundo ficciónIniciar sesiónSaio do quartel com a mente a mil. O vento da rua bate no meu rosto, mas não esfria a inquietação no peito. Ligo o rádio, mas deixo no mudo. Preciso pensar. E rápido.
Assim que estaciono a poucas quadras de casa — só por precaução, evitando parar direto na porta — pego o celular e mando uma mensagem pra Jade.







