Acordo com o som do despertador e o cheiro de café fresco invadindo o quarto. O sol atravessa as frestas da cortina como lâminas douradas, e a cama de Rigel já está vazia. O pequeno deve ter acordado cedo, como sempre.
Me espreguiço devagar, sentindo as costas reclamarem da posição da noite anterior, mas também o coração aquecido por algo que não sei nomear direito. Talvez o abraço dele no meio da madrugada. Ou o jeito que resmungou “tio” antes de se virar de novo pro lado.
Levanto e desço at