Volto a entrar silenciosamente pelo corredor, os passos leves ecoando no piso frio. A porta do quarto de Wick está entreaberta, e a luz alaranjada da tarde invade tudo, revelando o lençol manchado da manhã e o travesseiro amassado. Ele está sentado na cama, apoiado em várias almofadas, o braço enfaixado repousando sobre o peito. Os olhos dele estão abertos, ainda turvos pela febre, mas fixos em mim.
Sento na beirada da cama, o coração apertado ao vê-lo acordado. Ele permanece em silêncio por um