Rigel vem correndo em nossa direção com a mochila balançando num ombro só e o sorriso mais largo que já vi naquele rostinho.
Quando ele se joga nos meus braços, sinto o mundo inteiro se encaixar.
— Papai, você veio! — ele diz, me apertando pelo pescoço com força demais para um corpo tão pequeno.
— É claro que eu vim, pequeno. — sorrio, ajeitando-o no colo. — Não ia perder esse abraço por nada.
Ele vira para Jade, que beija sua bochecha e o faz rir daquele jeito que me desarma completamente.