Clara entrou no quarto e jogou a bolsa na poltrona, pronta pra contar tudo pra Talita sobre o convite de Gianluca, o arquiteto com ego de mármore italiano. Mas ao virar pro lado… parou.
Léo estava ali.
Sentado na mesma poltrona onde a bolsa caiu. Perna cruzada, manga dobrada até o antebraço tenso, a expressão esculpida como se ele tivesse sido talhado em silêncio e controle.
— Esperando alguém? — ele perguntou, com aquele tom grave que atravessava pele.
Clara sentiu o coração errar uma batida.