O plano era simples: sair com a isca, fazer a troca ou simplesmente usar a Joyce para atrair a Lorena para uma armadilha.
Estávamos no hall do andar, o elevador a poucos metros. Meus homens, seis deles, formavam um perículo apertado ao meu redor.
Joyce estava na minha frente, minhas mãos suando agarradas aos seus braços, meu corpo usando o dela como um escudo vivo contra qualquer surpresa.
A dor no rosto e na barriga era um latejar constante, um lembrete de cada segundo que ela passava livre