O plano era simples: sair com a isca, fazer a troca ou simplesmente usar a Joyce para atrair a Lorena para uma armadilha.
Estávamos no hall do andar, o elevador a poucos metros. Meus homens, seis deles, formavam um perículo apertado ao meu redor.
Joyce estava na minha frente, minhas mãos suando agarradas aos seus braços, meu corpo usando o dela como um escudo vivo contra qualquer surpresa.
A dor no rosto e na barriga era um latejar constante, um lembrete de cada segundo que ela passava livre.
Foi quando o homem à minha esquerda, simplesmente… desabou. Não houve barulho de tiro, só um baque surdo de corpo no chão de mármore.
Um buraco pequeno e perfeito apareceu no meio da testa dele, e o sangue começou a escorrer, formando uma poça escura e rápida.
— O que caralh— comecei, mas antes que a frase terminasse, outro homem, o que estava cobrindo a nossa retaguarda, caiu com um grunhido abafado, a bala entrando pela nuca.
Franco-atiradores.
O pensamento gelou meu sangue. Joyce soltou um