A ansiedade era um animal vivo, roendo minhas entranhas.
Cada minuto que passava era uma tortura. Estava sentada na cama, tentando me concentrar em Alana, que havia se aconchegado ao meu lado, exausta do estresse e finalmente adormecido.
Mas meus ouvidos estavam sintonizados em qualquer som vindo da sala, no sussurro baixo de Rafael ao telefone, o andar inquieto da Glayce.
Cada silêncio dele era pior do que uma notícia ruim, porque significava que ele ainda não sabia de nada.
Meus dedos traç