— Não fala — Eduardo implorou, suas próprias lágrimas finalmente rompendo a barreira, escorrendo por seu rosto endurecido.
Ele pegou a mão dela, com uma delicadeza infinita, e a pressionou suavemente.
— Não precisa falar. Você tá aqui. Isso é tudo que importa.
Foi então que vimos. No canto do olho direito de Joyce, uma única lágrima se formou.
Brilhante, pesada, ela deslizou lentamente pela têmpora, perdendo-se no emaranhado de seus cabelos no travesseiro.
Aquela lágrima me despedaçou. Era a