A mansão estava silenciosa, mas não fria. Pela primeira vez em muito tempo, havia vida ali. Plantas novas nos cantos, o som ocasional de talheres sendo guardados com cuidado, uma música instrumental suave fluindo da sala de estar. A presença de Luna preenchia os espaços, como se a casa — antes sombria, cheia de lembranças e cantos abafados — tivesse decidido respirar de novo.
Caio a observava à distância, sentado sob a sombra da varanda principal. Era como ver um pedaço de paz se movendo. Luna