A manhã começou mais leve. Luna acordou cedo, fez café e preparou panquecas. Mesmo na mansão silenciosa e fria de Caio, ela começava a adicionar pequenos sinais de vida em alguns cômodos. Trocava cortinas pesadas por tecidos claros, colocava flores frescas nas jarras esquecidas, e deixava pequenos toques seus pela casa. Era sutil — mas presente.
— Isso é novo — ele disse, entrando na cozinha com o cabelo bagunçado e os olhos ainda meio sonolentos.
— É só café e panquecas — ela sorriu.
— Não. Tô