O avião pousou em São Paulo sob um céu cinzento. Luna olhou pela janela e sentiu uma angústia familiar: era como se a cidade soubesse dos fantasmas que ela trazia de volta. Mas dessa vez, ela não vinha para fugir. Vinha para encerrar o que começou.
No portão de desembarque, Caio a esperava.
Ela correu até ele, e quando os dois se abraçaram, o mundo pareceu parar por um segundo. Só que havia algo diferente. Aquele silêncio entre os beijos não era conforto — era receio. Como se os dois sentissem