Elena Moreau
O balanço de madeira rangia suavemente sob meu corpo, um som quase hipnótico que se misturava ao cantarolar das cigarras e ao farfalhar das folhas ao vento. Eu me deixava embalar não apenas pelo movimento, mas também pelas memórias que desfilavam diante de mim como um filme — os sonhos que um dia pareceram impossíveis, os medos que quase me consumiram, e tudo o que construímos, tijolo por tijolo de amor, depois que o caos finalmente terminou.
Estava sentada na varanda da casa que a