Capítulo.21

Leonhart Moreau

A chuva caía como se o céu quisesse lavar os pecados da Terra. Paris parecia mais sombria do que nunca. As nuvens pesadas escondiam qualquer traço de sol, e a brisa fria cortava a pele como uma lembrança de tudo que meu pai representava: controle, rigidez, medo.

O funeral foi tão silencioso quanto irônico. Meu pai, François Moreau, que viveu com voz de trovão e punho de ferro, agora era apenas um corpo inerte cercado por olhares indecifráveis. Muitos estavam ali por conveniência
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