Capítulo 11.

Isaac bufou, socando o encosto do banco da frente com força contida. O motorista lançou um olhar pelo retrovisor, mas não disse nada. Já devia estar acostumado com passageiros emocionalmente quebrados àquela hora da noite.

— Ela só precisava dizer sim. Só isso. — murmurou, com os dentes cerrados. — Mas não… preferiu correr de volta pro castelo de cristal, para aquele riquinho fantoche do pai dela.

A raiva que sentia, no entanto, não era genuína. Era ego ferido. Era mecanismo. Porque o que realm
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