ALBÂNIA – ESTRADA DAS SOMBRAS – 04h12
A estrada cortava a madrugada como uma cicatriz esquecida. Três SUVs blindadas seguiam em silêncio absoluto, os faróis apagados. As árvores ao redor, altas e sombrias, pareciam observadoras silenciosas de um destino já escrito em sangue.
No veículo da frente, Isabella Leone passava o dedo pelas cicatrizes que carregava nos pulsos. Algumas eram antigas, outras mais recentes. Cada uma representava uma batalha vencida. Ou perdida.
Ao lado dela, Dante folheava