A televisão preenchia o silêncio do quarto, mas não distraía minha cabeça. Playboy ainda não tinha voltado, e era como se meu corpo já soubesse que algo estava errado. Uma inquietação me corroía por dentro, como se meu coração tentasse me avisar antes mesmo da tragédia acontecer.
Eu continuei trocando os canais de forma automática, até que parei. Meus dedos congelaram no controle. Ali, estampado no jornal, estava ele. A imagem de Playboy. Aquela foto que eu conhecia tão bem agora era exibida c