O batidão comia solto, os paredões tremendo o chão de barro, e a fumaça, de cigarro, de maconha, de pólvora, se misturava com o cheiro de cerveja quente e suor. O baile estava fervendo. Gente dançando até o chão, ostentando corrente grossa, arma na cintura e olhar atento. Mas nada daquilo me prendia. Eu estava parado, encostado no canto mais alto, com o copo de uísque na mão e o olho cravado nela.
Isabela. Rebolando de leve enquanto conversava com Mariana, com aquele vestido curto que me deixa