O calor das luzes parecia se intensificar à medida que tentava me soltar do aperto de Playboy. Ele estava ali, me segurando com uma força que não me permitia escapar, e a intensidade do seu olhar não deixava espaço para dúvidas, ele queria marcar seu território, mostrar a todos, e a mim mesma, que, de alguma forma, eu lhe pertencia.
— Me solta, Playboy! — minha voz saiu firme, mais dura do que eu esperava. Eu não ia ceder, não ia me submeter à forma como ele queria me controlar. Eu tinha que r