Estava sentado, fumando meu cigarro e encarando o vazio, mas a porra da minha cabeça não ajudava. O cheiro de problema estava no ar, e, pior que isso, Isabela ainda dançava na minha mente. Frágil. Fodidamente vulnerável. Cada tentativa dela de se afastar só fazia minha vontade de quebrá-la aumentar.
A porta do meu escritório se abriu com um estrondo. Não pedi para entrarem. Não gosto que entrem. Rita apareceu, plantada na minha frente como se fosse a dona do pedaço. Mas não era.
— Playboy, pr