Quando passei pela catraca e me dirigi até o elevador, o meu coração palpitava que tive medo até de ter um mal súbito ali mesmo. Eu estava tão aterrorizada que sentia como se a minha mente estivesse descolada do corpo, numa espécie de dissociação ou desrealização. Eu andava, o meu corpo caminhava, mas a minha mente estava desconectada. Parecia que eu estava assistindo a um filme de mim mesma, como alguém que observa de fora mesmo.
Saí do elevador e andei o mais rápido possível até o escritório,