O tempo parecia ter parado naquela varanda em Asheville, onde o silêncio entre Evelyn e Lucas carregava mais significado do que qualquer palavra poderia conter.
Ela estava sentada no sofá de madeira coberto por almofadas gastas, as pernas encolhidas sob si mesma, uma caneca de chá esquecida nas mãos. O céu tinha começado a mudar de cor, tingindo-se de laranja suave, enquanto os primeiros ventos frios da noite se insinuavam por entre as árvores ao redor.
Lucas surgiu com um cobertor nas mãos e o