Era o meu primeiro dia. E, como era de se esperar, eu estava um completo desastre emocional.
Sentada no banco do carro, balançava os pés de um jeito frenético, como se isso fosse me ajudar a controlar a ansiedade. Obviamente, aquilo devia estar irritando o homem sentado no banco de trás. O homem que, segundo Dona Glória, eu deveria seduzir… e não imitar em mau humor.
Mas ele não disse nada.
Quando me arriscava a olhar pelo retrovisor, só via Omar concentrado no celular, os olhos fixos na tela,