Após se despedir da mãe, Gabriel entrou em seu carro e dirigiu rapidamente pelas ruas do Brooklyn, o trânsito matinal começando a engrossar. Ele tamborilava os dedos no volante, a mente girando com perguntas.
Quando chegou à casa de Giana, estacionou na frente e respirou fundo antes de sair do carro. Como de costume, a porta estava destrancada — uma mania que ainda o irritava. Ele girou a maçaneta e entrou, chamando por ela.
— Giana? Está pronta? A gente precisa ir para o hospital agora. — n