Acordei com os dedos de Matheus traçando desenhos distraídos no meu braço. Ainda estávamos enroscados, como se nossos corpos tivessem encontrado uma forma nova de se encaixar durante a noite. Ele me olhava com um sorriso calmo, mas os olhos... os olhos diziam outra coisa. Como se estivessem buscando algo em mim. Confirmação. Equilíbrio. Um lugar seguro.
— Dormiu bem? — ele perguntou, a voz rouca de sono.
Assenti, me esticando com preguiça.
— Melhor do que em meses. E você?
— Ainda tô tentando a