Agatha olhou para Raquel com um pequeno sorriso genuíno e sereno se desenhando em seus lábios, como quem guarda um segredo bonito. Seus olhos, azuis suave, pareciam brilhar com uma ternura antiga, e havia algo na forma como ela se mantinha em pé — com os ombros relaxados e as mãos entrelaçadas agora à frente do corpo — que transmitia uma paz rara.
— A Flor está no quarto. — disse Agatha, com a voz calma, doce e baixa, como se cada palavra fosse embalada por uma brisa morna. — Você precisa conhe