— Não. — disse Raquel, com os olhos fixos em Vitor, que se aproximava com passos lentos e contidos. — Não pode ser. Como assim?
Seu corpo enrijeceu, como se o tempo tivesse congelado ao redor. O som ambiente desapareceu, e tudo o que restava era o eco do próprio coração batendo forte no peito. A luz suave da manhã atravessava a janela, iluminando o rosto de Vitor aos poucos — revelando traços que ela conhecia bem, mas que jamais esperava reencontrar ali, naquele momento.
Ele estava mais maduro,