Em vez de ir embora, Royal permaneceu em frente à casa de Kisa, batendo insistentemente na porta. Ele repetia o gesto sem parar, com uma persistência incansável.
— Abre, abre! Não vou demorar, preciso falar com você! É muito importante! Então abre, Kisa Maidana!
Kisa o ignorou, acreditando que ele acabaria desistindo depois de um tempo. No entanto, Royal não se moveu. Passou uma hora inteira batendo na porta, sem dar qualquer sinal de que pretendia parar.
— Irmã, por que você não abre a porta?