Mundo de ficçãoIniciar sessãoAslin Ventura, você aceita o senhor Alexander Líbano como seu esposo? — Aceito! Ela respondeu encantada, sem saber que aquelas palavras selariam seu destino. O que acreditava ser o início de um conto de fadas maravilhoso acabou se tornando o oposto: um terrível inferno no qual ela queimaria pouco a pouco. Aslin Ventura é uma jovem linda de 21 anos, que desde a infância foi preparada para ser a esposa do cruel, frio e calculista Alexander Líbano, um magnata bilionário. Aslin sempre esteve apaixonada por Alexander, mas o que acontecerá quando ela descobrir que no coração dele existe outra mulher? E que, para sua infelicidade, essa mulher é sua própria irmã? Essa revelação transforma a vida de Aslin em um verdadeiro pesadelo. Será que Aslin conseguirá encontrar um raio de luz nesse mundo implacável?
Ler maisLiam deu um sutil aceno de cabeça para a enfermeira, que entendeu o sinal imediatamente e saiu do quarto, fechando a porta atrás de si com um clique seco. A tensão no ar tornou-se quase palpável; o silêncio era quebrado apenas pela respiração entrecortada de Ece e pelo leve rangido da cama ao se mover.Naquele instante, Brian apareceu pela porta, aproximando-se com passos firmes e seguros, os olhos fixos em Ece. Sua voz, baixa e carregada de curiosidade, ressoou com força:—Como você conseguiu este colar?Ece olhou para ele com a testa franzida, sentindo o coração bater acelerado. Seu instinto lhe dizia que qualquer resposta deveria ser calculada; um movimento em falso e tudo o que havia conquistado até aquele momento poderia desmoronar em questão de segundos. Seus olhos percorreram o rosto de Liam, tentando avaliar a intenção por trás daquela pergunta, enquanto sua mão se tensionava junto ao peito.Aproveitando um momento de distração, Ece tentou arrancar o colar das mãos de Liam, se
Ece acordou em um quarto elegante, com cortinas que deixavam a luz dourada da tarde entrar. Franziu levemente a testa.—Onde diabos estou? —murmurou para si mesma, sua voz carregada de confusão.Sentou-se na cama com cuidado e olhou-se no espelho. Um ferimento na cabeça fazia sua nuca doer, e seu rosto refletia irritação e perplexidade. Seus dedos percorreram a região machucada, enquanto a dor a lembrava de que algo grave havia acontecido.Caminhou até a janela e franziu ainda mais a testa ao contemplar a extensa propriedade que se estendia diante dela. Não estava na cidade; aquele não era o seu mundo. O ar era diferente, pesado, e a tranquilidade que pairava no ambiente contrastava com o caos que ainda sentia por dentro.Naquele instante, a porta se abriu e uma enfermeira entrou com passos firmes.—Senhorita, vejo que está acordada. Que bom! —disse com um sorriso profissional. —O senhor lamenta muito pelos inconvenientes.Ece, ainda atordoada, franziu a testa e perguntou quase em um
Vinte e cinco anos depoisInglaterra — Londres.O rugido do motor de um carro de luxo rompeu o silêncio da manhã quando uma limusine preta avançou pela avenida principal da cidade. Dentro dela, Liam Azacel, agora um homem de vinte e seis anos, observava pela janela com uma expressão fria e impenetrável. Seu olhar intenso e calculista era o reflexo de um caráter forjado sob a disciplina e a força de seu pai, Carttal Azacel.Vestia um terno impecável, e o relógio de ouro brilhava discretamente em seu pulso. Dois seguranças ocupavam os bancos dianteiros, atentos a cada movimento ao redor. Liam não precisava de palavras para impor respeito; sua simples presença era suficiente para que qualquer um entendesse quem ele era.O veículo virou em direção à entrada do imponente edifício da Azacel Corp., uma torre de vidro que refletia o céu límpido. Em frente à entrada principal, uma longa fila de funcionários aguardava. Todos sabiam que aquele dia marcaria uma nova era: o filho mais velho do len
POV: Terceira pessoaHavia passado uma semana desde aquela noite que mudara suas vidas para sempre. O mundo, que durante tanto tempo havia sido um lugar sombrio e perigoso para Aslin, começava a parecer seguro novamente. Cada amanhecer trazia consigo uma calma que ela quase havia esquecido que existia. Caminhava pela casa e o som das risadas de seus filhos preenchia os cômodos, devolvendo-lhe a paz que Alexander havia lhe roubado.Aslin sentia que, finalmente, podia respirar sem o peso da ameaça constante. A morte de Alexander havia sido um infortúnio. Talvez, se ele tivesse se arrependido a tempo... talvez, se tivesse deixado para trás sua obsessão doentia, as coisas não tivessem terminado daquela maneira. Havia um resquício de compaixão em seu coração, mas não era suficiente para apagar o dano que ele havia causado. Aquele homem havia destruído coisas demais: sua paz, sua confiança, suas noites de sono. A única coisa que Aslin sabia com certeza era que, finalmente, estava livre.Enq





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