O frio úmido da masmorra envolvia o corpo de Aslin quando ela recobrou a consciência. Estava amarrada pelos pés e pelas mãos; as correntes mordiam sua pele e cada movimento apenas lhe causava mais dor. Tentou gritar, mas seus lábios estavam cobertos por uma mordaça áspera que mal lhe permitia respirar. O pânico tomou conta dela enquanto tentava se soltar, sem sucesso algum.
De repente, a porta de ferro rangeu e se abriu lentamente. A luz tênue iluminou o rosto de Cinthia, que entrou com um sorr