— Dança comigo.
A voz dele veio baixa, firme, perto demais do meu ouvido. Magnus estava à minha frente, a máscara escura escondendo metade do rosto, mas não o que ele queria dizer com o corpo. Homens assim não pedem por gentileza — eles assumem.
— Não — respondi de imediato, virando o rosto e levando a taça aos lábios.
Eu não dançava. Não ali. Não daquele jeito.
Maria soltou uma risada curta ao meu lado, claramente se divertindo.
— Para, Liz Vai lá. É só uma dança.
— Eu não…
Magnu