O ranger das tábuas da varanda me tirou dos meus devaneios sobre Lis. Eu não estava sozinho. Elara estava ali, envolta em um xale pesado, com os olhos refletindo a luz pálida da lua. Ela não parecia surpresa em me ver de pé, nem com o meu olhar de ódio voltado para o canto onde Magnus dormia.
— Você se lembrou, não foi? — a voz dela era um sussurro quebrantado.
Eu não respondi de imediato. Apenas apertei o cajado com mais força.
— Meu pai... ele é um homem de muita fé, Saulo. Ele acredita