CAPÍTULO 82 — A SOMBRA QUE SE MOVE
Aquela noite deveria ser tranquila.
Depois de um dia cheio no trabalho, Helena só queria chegar em casa, tomar um banho quente e se enroscar no sofá com Arthur e Téo para assistir algo leve. Mas a sensação de que algo estava errado a acompanhava desde cedo — um aperto insistente no peito, um alerta silencioso que ela não conseguia explicar.
No carro, enquanto dirigia rumo ao apartamento, Helena mantinha as mãos firmes no volante, mas sua mente estava inquie