CAPÍTULO 68 — O LUGAR AO QUAL ELE VOLTA
Arthur bateu na porta do apartamento com um cuidado quase exagerado. Não queria parecer ansioso demais — embora estivesse. O corredor estava silencioso, iluminado pelo amarelo suave das lâmpadas, e ele respirou fundo, tentando controlar o nervosismo idiota que sentia sempre que vinha até ali.
Helena abriu a porta poucos segundos depois, com o cabelo preso de forma improvisada e uma blusa simples de algodão. Estava linda sem esforço. Sempre estava.
El