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CAPÍTULO 100 — ENTRE BATIMENTOS E MEDOS
A porta da sala de avaliação abriu com um estalinho suave, e Arthur entrou antes mesmo da enfermeira terminar o gesto de chamá-lo. Ele avançou dois passos para dentro, o coração disparado, as mãos frias, o rosto marcado pelo medo que tentava esconder — sem sucesso.
Helena estava sentada na maca, um cobertor leve sobre as pernas, os cabelos meio bagunçados pela pressa e pela tontura que a derrubara no final da tarde. O rosto dela estava pálido, mas