Lucy parou diante do colégio, o castelo imponente erguendo-se contra o céu cinzento. O colar de meia-lua pulsava contra sua pele, como se a alertasse do que estava por vir. Ela olhou para Cornélio, que tamborilava os dedos no volante, a impaciência evidente em seu rosto.
— Não quero entrar — murmurou Lucy, fechando a porta da limusine com força.
— Então vamos embora — disse Cornélio, o tom seco, mas com um toque de preocupação.
Lucy hesitou, o peso das palavras do diretor ecoando em sua mente.