No escritório de Gavin, uma sala pequena e abarrotada, o diretor entrou, o rosto tenso. A luz do sol entrava pela janela, iluminando uma mesa cheia de objetos estranhos: frascos com conteúdos duvidosos, penas, e uma coruja empoleirada em um canto. O ar tinha um cheiro peculiar, não ruim, mas também não agradável. Gavin, um homem narigudo de cabelos brancos, levantou os olhos de um livro antigo.
— É só uma menina, Gavin — disse o diretor, antes que o velho pudesse falar.
— Você também sentiu a n