Pablo.
Aquela noite tinha sido foda. Foda no nível que nem eu, acostumado com putaria e todo tipo mulher, conseguia tirar ela da mente. Mas não existe paz pra mim — nunca existiu.
Saí de casa cedo, cabeça fervendo e pau duro de tanto lembrar da safada gemendo meu nome. Fui pra boca. Meu aliado já tava lá me esperando.
— Fala, meu parça! — ele disse, levantando.
— Fala, irmão. — respondi acendendo um cigarro, tragando pesado. Eu já tava esperando merda.
— Mano… tem mó B.O vindo na tua direção. —