Tábata parou diante da casa de sua família, o local em que cresceu e morou até pouco tempo atrás, quando foi expulsa. Observou a pintura branca desgastada, as rachaduras, o portão enferrujado, que rangia ao menor toque, enquanto sua mão flutuava a centímetros da campainha. Ajeitou o corpo, respirou fundo e, enquanto uma mão pousava sobre sua barriga em um gesto carinhoso, enfim tocou a campainha.
Aguardou ansiosa. A brisa fria fez seu cabelo cair sobre o rosto, o afastou com os olhos se revezan