De manhã, na véspera de Natal, Tábata acordou com o aroma de pão fresco e café invadindo o quarto.
— Vamos te alimentar, bebê — sussurrou deslizando as mãos carinhosamente pelo ventre volumoso ao ir ao banheiro.
Minutos depois, seguindo o olfato e o brado do estômago, seguiu para a cozinha.
Ao passar pela sala, olhou para os vários presentes sob a árvore, colocados por Guilherme no noite anterior. Ele não tinha comentado para quem eram, mas pela quantidade, seis, era óbvio que comprou um para c