Valentina não conseguia tirar a tatuagem da cabeça.
As linhas finas, a forma circular, os símbolos internos que pareciam antigos — algo entre um brasão e um selo.
E o nome.
Valikk.
Ela digitou aquilo no celular repetidas vezes. Em busca de qualquer pista. Algum sobrenome, alguma referência.
Nada.
Apenas páginas obscuras, resultados truncados, e uma sensação incômoda de que estava lidando com algo que não era para ser encontrado com tanta facilidade.
Mandou uma mensagem para Breno.
“Preciso que