A manhã estava fresca, e Cecília respirava o ar com calma enquanto empurrava o carrinho de Aurora pela praça.
O sol filtrava por entre as árvores altas, formando pequenos mosaicos de luz no chão. O canto distante de alguns pássaros se misturava ao barulho suave da água da fonte no centro da praça.
Aurora balbuciava baixinho, entretida com os movimentos das folhas e a dança da luz. Seu rostinho tranquilo dava a Cecília uma sensação de normalidade que ela ainda estava aprendendo a valorizar.
Era