O apartamento estava tranquilo naquela tarde, com a luz do sol filtrando-se pelas janelas e aquecendo cada canto da sala. Cecília mexia distraidamente em algumas coisas na mesa da cozinha quando ouviu a voz de Enrico, baixa, mas firme, atrás dela.
— Cecília — chamou ele, e havia naquele simples tom uma mistura de nervosismo e entusiasmo contido.
Ela se virou devagar, arqueando uma sobrancelha, desconfiada.
— O que foi agora? — perguntou, tentando parecer casual, mas o coração já começava a bate