Leydi Dayane
Subi para o quarto como se minhas pernas fossem feitas de gelatina. Assim que a porta se fechou atrás de mim, me joguei de cara na cama, o coração ainda batendo no ritmo de uma escola de samba em dia de desfile.
Peguei o celular e digitei uma mensagem curta, mas dramática, para a Bia:
"Você não vai acreditar no nível da bomba que estourou aqui."
Não demorou nem dez segundos. O celular vibrou, e a tela se iluminou com uma chamada de vídeo. Bia. Claro.
Atendi.
— Amiga, pelo amor de D