O primeiro dia na escola de idiomas chegou com uma mistura de ansiedade e hesitação. Abigail levantou-se cedo, sentindo o frio pálido do novo país invadir seu quarto. A casa era silenciosa, espaçosa demais, com janelas altas que deixavam entrar uma luz quase clínica, mas ao mesmo tempo calma. Cada canto parecia novo e estranho, como se tivesse sido pintado para lembrá-la de que estava longe de tudo que conhecia — e de todos que a conheciam.
Luíza entrou no quarto trazendo uma bandeja com café e